Às vezes é como se meus sentidos fritassem e eu precisasse de um descanso. Um descanso de fato não me permito, então eu procrastino.
Rolo por horas a fio nas telas sem nem saber o que estou vendo, me sentindo uma viciada que quer só mais um pouquinho.
Algo em mim parece gritar falta de amor próprio. Quem sai pior dessa sou eu mesma. De novo, e de novo, e de novo.
Absolutamente exausta e sobrecarregada.
Não quero mais pensar. Não quero resolver. Não quero não querer...