Ter esperança é revolucionário.
Vimos na pandemia de 2020 que é possível sim diminuir o ritmo de destruição ecológica do capitalismo. Que o ar volta a ser puro quando o trânsito diminui. Que os golfinhos reaparecem em lugares improváveis.
Não existem limites para voltar atrás.
Onde antes era sem vida, se se planta, nasce, cresce, vira floresta de novo.
Se ao invés de construir mais prédios, focamos em construir parques, diminuir vias, permeabilizar o solo de novo, trazer os rios escondidos de São Paulo de volta para a superfície, a vida retorna.
Nada está definitivamente acabado.
Nada precisa continuar exatamente como está ou continuar se movendo para isso que parece um fim inevitável.
Não é inevitável.
Repito: Não é inevitável.
Dá para construir um futuro e um agora diferentes a todo instante. Com mais ou menos esforço, mas sempre, sempre, sempre com esperança.
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