Extraído do meu caderno: sábado, 29 de outubro de 2011.
Ver o diferente e torná-lo familiar, tornar-se diferente para se analisar
Tão difícil, tantas vezes tão subjetivo
E como fazer se o outro for mais interessante que você?
Se o outro te encantar, abduzir?
Atraída de mil maneiras, como seria, então, voltar?
Sentir-se no meio, no limiar.
Não, ninguém irá entender teu saudosismo, ou tua ansiedade por regressar,
pois lá é lá, não é aqui, não é teu lar.
E para, e pensa, e cita: " O lar está onde o coração está".
Ah! Suspiro aliviada!
Agora sim posso entender meu coração despedaçado!
Que mesmo num triste compasso, esbanja felicidade, e sem rima nem jeito, suspira, saudade!
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