Quem diria que a pessoa mais machucada que eu já fui seria também a mais corajosa?
Que ali germinando dentro de mim havia uma semente de liberdade e um desejo de paz tão grande que seria capaz de me fazer superar todos os meus medos mais profundos.
Aliás, superar não. Ir com medo mesmo.
Porque às vezes esperamos um momento certo, uma segurança maior, qualquer coisa para nos agarrar e no fim temos que ir com medo, sentindo dor, no meio de uma pandemia, do jeito que for, mas temos que ir. Só se sai do lugar se movendo.
É... É isso. Às vezes o óbvio precisa ser dito, né? Há de se mover. Como for.
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